quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Siglas extraordinárias #7

ALEMANHA

Associação legalizada monetária autista nazista humanitária alemã.

domingo, 26 de outubro de 2008

Siglas extraordinárias #6

HERMAFRODITA

Herbívoros mamíferos franceses oriundos da Itália.

OBS
: franceses da Itália foi foda, não?

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

O trabalho mais foda de todos



César T. Turbano, um exemplo de vida para todas as pessoas.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Siglas extraordinárias #5

SCHUMACHER

Serviço Comunitário humano congregado com a Hungria Euro-Russa.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Siglas extraordinárias #4

RITA

Reunião Internacional do Tratado dos autistas.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Crise Financeira

A confusão está longe do fim

Os estragos do colapso financeiro mundial começam a ser sentidos na economia real.

Quando o dia terminou na segunda-feira da semana passada, a sensação era de alívio geral. Parecia que as turbulências nos mercados tinham ficado para trás. A decisão dos bancos centrais dos Estados Unidos, da União Européia,] e da Inglaterra de injetar quase US$ 3 trilhões (3.000.000.000.000,00, isso mesmo!) para garantir a saúde do sistema financeiro global provocou euforia entre investidores e financistas. Na 3ª-feira, o otimismo dos operadores continuou. Mas, como já acontecera tantas vezes o agravamento da crise, há um mês, a alegria durou pouco.
Como acontece com os maníaco-depressivos, que alternam estados extrema euforia com abismos de ansiedade e tristeza, nos dias seguintes os mercados voltaram a desabar. A situação só começou a melhorar na quinta-feira. Na 6ª, no fechamento dos negócios, nenhum analista sério se arriscaria a dizer o que acontecerá com o mercado nos próximos dias. Como em nenhuma outra crise recente, a atual tem mostrado um alto poder de destruição de reputações de futurólogos de todos os tipos. As oscilações dos últimos dias demonstram que os investidores estão super sensíveis a qualquer sinal de problema. "As ações e as moedas são negociadas em todo o mundo 24 horas por dia", diz o ministro das Finanças do Japão, Shoichi Nakagawa. "Quando o mercado de um país fecha, ninguém sabe o que vem depois".
Apesar do nervosismo, já se pode dizer que o incêndio de grandes proporções que atingiu o sistema financeiro internacional está sob controle. A contenção dos estragos demorou muito mais do que deveria. Os primeiros gestos de socorro vinham sofrendo resistência, logo ao final da primeira semana após o estouro. Era a natural má vontade dos contribuintes em aceitar que o dinheiro de seus impostos vá para os bolsos daqueles banqueiros e financistas considerados culpados pela crise. Até que, na semana passada, o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, resolveu o impasse, com uma idéia simples e antiga - a exigência de que bancos e empresas necessitados de crédito imediato cedam parte de suas ações ao governo. Em vez de fazer filantropia para milionários, os governos que adoraram a solução de Brown se tornarão sócios das epresas problemáticas.
Essas medidas foram repidamente consideradas um processo de estatização da economia. É verdade que a presença do Estado na atividade econômica deverá aumentar. Mas, assim que as empresas conseguirem acertar o fluxo de dinheiro, o governo poderá revender suas ações, de preferência com lucro.
em meio à crise e à interferência dos governos para regularizar os problemas de mercado, o nome mais falado em círculos de economistas era o britânico John Maynard Keynes (ajudou a pôr fim à Depressão dos anos 1930). Keynes foi reconhecido até na concessão do Prêmio Nobel de Economia de 2008, na semana passada, ao economista americano Paul Krugman, um de seus herdeiros. Tem-se falado, com certa freqüência, numa suposta morte do capitalismo ultraliberal, num refluxo das políticas de abertura econômica implementadas por Margaret Thatcher, no Reino Unido, e Ronald Reagan, nos EUA, nos anos 1980. O problema dessa análise é que ela considera apenas o lado negativo da queda de barreiras regulatórias, justamente no momento de estouro de uma bolha. Não se considera as três décadas de prosperidade que o mundo viveu, em parte por causa da mesma ganância tão criticada hoje. O crédito fácil permitiu a década de maior crescimento econômico no mundo- e o desenvolvimento de tecnologias avançadas. No Brasil, o crédito farto propiciou a ascensão social qie fez com que mais da metade da população, hoje, pertença à classe média.

Essas conquistas, porém, não estão tão garantidas. Nas próximas semanas, talvez meses, as atenções começarão a se desviar das oscilações no mercado financeiro e passarão a se concentrar nos indicadores da economia real. A grande questão é saber o que acontecerá com as empresas e o emprego e o consumo. Como afirma o ex-presidente do Banco Central Ibrahim Eris, ainda vai levar entre 60 e 90 dias para que se possa analisar com clareza o tamanho que a crise assumirá no Brasil. "O mais importante neste momento é preservar minimamente a atividade econômica", diz Eris.
Proteger o país da crise será certamente um dos maiores desafios enfrentados pelo nosso presidente desdedado, Luis Inácio da Silva, o Lula, cuja popularidade tem quebrado recorde atrás de recorde. Ele resistiu a escândalo do mensalão ("Eu não sei de nada!!"), às quedas do articulador político José Dirceu e do guardião econômico Antônio Palocci. Resistiu aos ataques durante a campanha da reeleição e aos gestival de barganhas políticas que desgastam todo presidente em segundo mandato (!!!). De uma coisa ele foi poupado: até agora não enfrentou uma crise econômica de proporções globais.


Hoje, os efeitos da crise financeira mundial já perturbaram o sono do governo, embalam setores da oposição e se fazerm sentir sobre os planos do governo para sucessão em 2010.

Foto da postagem:

domingo, 19 de outubro de 2008

100 horas de agonia [Detalhadas]

No mais longo caso de cárcere privado de São Paulo, a polícia mostra pouca habilidade e não consegue impedir um fim trágico

Lindemberg Alves, 22, era bem-visto até semana passada pelos moradores do conjunto habitacional onde vive, em Santo André, . Descrito como "sossegado" e "trabalhador", Liso, como é conhecido, fazia parte do grupo dos "meninos bons". Curtia bailes funk e gostava de andar de moto pelo bairro. Um de seus passatempos era comer pão com mortadela e tomar refrigerante com os companheiros de futebol na calçada de um barzinho. Na 2ª-feira 13, num apartamento de 53 m² com pintura verde e beje envelhecido, no 2° andar do bloco 24, o "sossegado" Liso perdeu o controle. A princípio, ele parecia querer apenas reatar o relacionamento com sua ex-namorada, Eloá Cristina Pimentel, 15. Mas o rapaz fez 4 reféns e deu início ao mais longo caso de cárcere privado do Estado de São Paulo. Foram mais de 100 horas de tensão. No começo da noite de sexta-feira, cerca de 18 horas, a polícia invadiu o local depois de ouvir o som de um tiro vindo de dentro do apartamento. Os agentes encortraram Eloá inconsciente, atingida por um disparo na cabeça e outro na virilha. Nayara da Silva, 15, também mantida refém, foi alvejada com um tiro no rosto. Segundo os médicos, não corre risco de vida.
Lindemberg invadiu o apartamento de Eloá enquanto ela e 3 colegas faziam um trabalho de Geografia para a escola. Os dois haviam começado a namorar quando ela tinha apenas 12 anos. Eles romperam o namoro há cerca de um mês. Com ciúme da ex-namorada, Liso queria saber o que os colegas faziam na casa dela. Armado, ele se comportava de maneira violenta. Chegou a estapear e puxar Eloá pelos cabelos.
Chamada para negociar a rendição do seqüestrador e a libertação dos reféns, a polícia teve um pequeno êxito inicial. O Grupo, de Ações Táticas Especiais (Gate) assumiu o comando da negociação e, em algumas horas, os amigos de Eloá foram sendo liberados, um a um. Mas, esse sucesso durou pouco. Como Liso não fazia nenhuma reivindicação, o tempo foi passando e as negociações deixaram de avançar. A polícia pareceu ter ficado impotente diante da situação. "Ele disse que só sai de lá morto, porque para a cadeia disse que não vai", afirmou Adriano Giovaninni, comandante do Gate, na terça-feira.
Durante a semana toda, o seqüestrador alternou momentos de aparente calma e nervosismo. Iago e Vítor, os amigos de Eloá que foram feitos reféns, disseram à polícia ter levado coronhadas na cabeça. Nas conversas telefônicas com os negociadores, Liso chegou a chorar várias vezes. Em um dos contatos, exigiu cartões para recarregar seu celular pré-pago. Em outro momento, pediu comida para Eloá. A marmita foi içada pela janela por uma corda.
Mesmo perturbado, ele ditava a situação. Na quinta-feira, exigiu que Nayara voltasse ao local para conversar com ele.


Eloá e o seqüetrador, acenando para a polícia.

Disse então, que libertaria as duas adolescentes, juntas, e se entregaria. O comandante do Batalhão de Choque da Polícia Militar, Eduardo Jesé Félix, encarregado de chefiar as negociações atendeu o pedido. "Ele disse que não vai se matar e nem matar as meninas", afirmou. A idéia era que Nayara apenas conversasse com Lindemberg a uma certa distância. Mas ela se aproximou e foi puxada de volta para o cativeiro.
Lindemberg não compriu a promessa de soltá-las. Na sexta-feira, seu advogado, Eduardo Lopes, anunciou que ele se entregaria (o mesmo se demitiria no início da noite, sentindo-se enganado por Liso.). Àquela altura, o seqüestro já durava mais de cem horas. A PM já se preparava para dar uma entrevista coletiva, quando um forte estrondo foi ouvido no prédio. Era uma bomba, a qual foi lançada pelos policiais do Gate na porta do apartamento. Momentos depois o local foi invadido por 7 policiais. A ação desde a explosão, até a retirada dos envolvidos, durou cerca de 10 minutos.
O coronel Félixafirmou que o Gate resolveu invadir o apartamento após ouvir um disparo vindo de dentro do apartamento. Testemunhas contam que foram ouvidos estampidos depois da entrada dos policiais. Lindemberg tentou resistir à prisão. Nayara foi a primeira a sair do apartamento, assim que a porta foi arrombada. Levara um tiro na face. Foi atendida ainda no prédio e levada ao hospital municipal de Santo André. Eloá foi encontrada no chão da cozinha. Um policial a pegou nos braços e a colocou numa ambulância. Lindemberg foi escoltado por três policiais e levado até a Cadeia Pública de Santo André.


quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Siglas extraordinárias #3

BUROCRACIA

Babacas unidos revoltados com a oligarquia Croata agrária contra a incidência anárquica.


quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Siglas extraordinárias #2

DANIELLE

Departamento dos autistas noruegueses imigrantes da Estônia louvadores a Leviatã.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Siglas extraordinárias #1

VERGENSBERATUNG

Visão etimológica racista monetária genérica nazista suplementar para barítonos espertos da Ruanda Africana totalitária unida na Germânia.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Histórias de Penápolis


Alguém já viu um carro da polícia sendo guinchado?